O Facebook de Mark Zuckerberg está com os dias (ou meses) contados. A rede social há tempos não é mais a única utilizada por jovens do mundo inteiro. Thumblr, Pinterest e Instagram são os concorrentes diretos, enquanto que redes menores se utilizam do próprio Facebook para talvez um dia alcançá-lo.

Segmentação do Facebook

O principal motivo da possível decadência é a aglomeração de conteúdos que não interessam aos seus usuários. No mesmo caminho, a publicidade excessiva de assuntos não relevantes tornam a navegação mais cansativa e poluída.

Outras redes sociais, no entanto, ao apostarem em conteúdos mais segmentados como, por exemplo, em Negócios (Linkedin) Esportes e Moda (Hookit), filtram de maneira mais exata as informações antes que elas cheguem a seus usuários. O GooglePlus talvez esteja também mais propício a conquistar os internautas nos próximos anos, pois está sempre amparado pela ferramenta de pesquisa mais utilizada no mundo, e pode utilizar desses dados para oferecer conteúdos segmentados a seus usuários.

O fim do Facebook, na verdade, poderá ser a divisão dele em diversas redes segmentadas. O alarme é dado pelas pesquisas, as quais demonstram que os adolescentes estão participando cada vez menos da rede de Zuckerberg. No momento em que o Facebook ser forçado a se segmentar, teremos o fim de uma era, onde pela primeira vez uma única rede social uniu bilhões de pessoas.