É com muito orgulho que escrevemos esse post. Em parceria com a Panda Filmes, a Big House Web está fazendo a campanha de divulgação online  do longa-metragem Insônia – baseado no livro homônimo de Marcelo Carneiro da Cunha.  Nossa estratégia tem seu foco na personagem principal do filme, Cláudia. Pensando nisso, ao invés de rumar para a tradicional fan page do filme, foi a Cláudia quem ganhou espaço nas redes sociais.

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A ideia é que, simulando o seu comportamento nas redes sociais, a “menina” divulgue o lançamento do filme e provoque interações com o público. Então, a partir daí, os perfis da Cláudia foram criados no Facebook, Twitter, Instagram e Tumblr, além do site do Insônia, que também é criação nossa. As postagens são feitas diariamente, com o compartilhamento de músicas, vídeos, imagens, memes e cards personalizados.

Publicação na página da Cláudia

A melhor amiga da protagonista, Carla, também está presente na campanha, com uma fan page secundária para interagir e recriar alguns diálogos do livro e do filme. Essa peça é importante na campanha pois cria uma maior sensação de realidade. Carla comenta nas publicações da protagonista, é marcada em fotos e mencionada em comentários, como acontece normalmente entre os jovens no Facebook.

Segundo Fernando Freitas, gerente de projetos aqui da Big House , a proposta de fazer as redes da personagem é uma forma de fugir das campanhas digitais institucionais.

“Optamos por utilizar o perfil da personagem para provocar o público com um storytelling mais fluído e humanizado. Queremos que realmente seja a Cláudia quem converse nesses canais. A proposta desta campanha é criar uma nova camada narrativa na história da personagem. Primeiro foi o livro, depois o filme e agora os perfis sociais. É uma forma de criar mais conteúdo e entregá-lo ao nosso público onde ele passa mais tempo atualmente, nas redes sociais”, disse Fernando.

Yuri Lopardo, nosso social media e responsável pela atualização dos perfis, diz que o desafio de traduzir uma menina de quinze anos nas redes sociais é complicado:

“Nós lemos o livro, vimos o filme, fizemos uma exibição, um grupo focal, conversamos com o autor e, ainda assim, às vezes precisamos de uma assessoria dos adolescentes para saber as gírias que eles usam, como escrevem e como usam as redes. Está sendo bem difícil, mas o desafio é legal”.