NEUROMARKETING
ESCRITO POR: NIRUANA SATIE*

Estudar o consumidor, conhecer seus desejos e hábitos, proporcionar experiências que fixem a marca na memória.

Estes são alguns dos desafios na corrida do consumo.

Entender o contexto do qual o cliente faz parte, saber que ele não vê as coisas como elas são, mas sim como eles são. Estes são alguns dos fundamentos básicos para atrair a atenção, despertar o interesse e se manter presença constante na memória destas pessoas que irão garantir o sucesso do seu negócio.

NEUROMARKETING

Neuromarketing para chamar a atenção

Muito além do que é palpável, é fundamental ter noção de valores intangíveis, mas que, no fim das contas, podem fazer toda a diferença para o sucesso ou não de determinado produto ou marca. Provocar a atenção deste possível consumidor por meio de algumas regras básicas do neuromarketing podem ser a peça que estava faltando para a sua empresa.

O neuromarketing trabalha fundamentalmente com o estudo do comportamento do consumidor e de que forma determinados gatilhos podem ser ativados, a fim de beneficiar determinada marca ou produto. Além disso, ele também estuda a evolução do cérebro humano, suas divisões, características de cada uma destas partes, e a neuroplasticidade. Este campo tem como interesse central a modificação do cérebro, por meio de seu crescimento, de acordo com exercícios feitos com o passar do tempo.

Além disso, também são considerados os poderes de mudança intencional do cérebro considerando que, como órgão que pode ser medido, ele pode ser otimizado. Daí vem a importância da ciência neurológica voltada para o marketing. Com ela, possível usar o conhecimento obtido sobre o cérebro para atingir objetivos específicos das marcas.


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O cérebro como hub de consumo

Assim como o neuromarketing, outras ciências também podem ser aplicadas ao estudo do consumo. O neurobusiness, por exemplo, garante um estudo aprofundado do cérebro humano voltado especificamente para a gestão de negócios. Já a neuroestética, trata prioritariamente da discussão da estesia.

Desta forma, empresas podem utilizar de estratégias científicas que possibilitem resultados palpáveis. Porém, eles não precisam necessariamente obtidos de forma consciente. Muitos deles vêm de forma inconsciente, por meio de mensagens subliminares.

Um desses exemplos é o Hypnotic writing, que se utiliza de gatilhos para conseguir reações que mexem apenas com o subconsciente humano. Outra boa utilização para marcas e produtos, é criar uma programação neurolinguística no consumidor por meio de suas ações. Assim, o cérebro será programado para oferecer melhores resultados, de forma gradual.

Trabalhar com ações que proporcionem experiências especiais para seus clientes é uma dica fundamental para quem busca investir em neuromarketing, por exemplo. Desta forma, a ação realizada estará sempre ligada à marca e fará com que seu consumidor tenha sempre a lembrança vívida. Mas lembre-se: esta dica vale também para más lembranças.

Por isso é necessário sempre ter cuidado antes de realizar uma ação, medir todas as variáveis e saber exatamente para quem se está comunicando. Conhecer seu público-alvo e estudar cada pequena peça de seus hábitos de consumo e trabalhar para formar e oferecer boas experiências é o que irá diferenciá-lo dos demais na hora da decisão da compra.

*NIRUANA SATIE É SOCIAL MEDIA NA BIGHOUSEWEB