O Snapchat é um aplicativo de troca de fotos, vídeos ou mensagens como – praticamente – qualquer outro: você tem o seu perfil, os seus seguidores e as pessoas que você segue. A diferença está no fato de que o conteúdo compartilhado some depois de visualizado.


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Esta semana o CEO da companhia, Evan Spiegel, anunciou que o app alcançou a marca de 100 milhões de usuários e deu a entender que planeja abrir o capital da empresa e se tornar pública. Há alguns anos, tanto o Facebook quanto o Google tentaram comprar o app. As propostas foram de 3 e 4 bilhões de dólares, respectivamente.

Snapchat alcança a marca de 100 milhões de usuários

Essas informações servem apenas para ter uma base do tamanho do Snapchat após apenas quatro anos de existência. O crescimento e a popularização do aplicativo se devem, em geral, a sua característica de destruir as fotos e os vídeos depois do envio, o que dá segurança para o usuário, que tem (um pouquinho mais de) garantia que a imagem não será replicada na web.

A autodestruição também livra o peso da consciência do usuário de salvar uma foto aleatória, sem importância, no HD do celular ou de floodar a timeline dos amigos no Facebook ou Twitter. Afinal de contas, nem tudo merece ser publicado, o que nos leva a outro fator da popularização do app: empatia.

Sem esse “filtro de qualidade” separando o que vai pro Face e o que não vai, sobra o que? A vida. É, é meio piegas, mas é isso mesmo. O usuário do Snapchat não liga muito se a foto está bonita, ele quer apenas mostrar o que está fazendo naquele momento.

Quem usa o Snapchat?

Bom, aqui na agência, por enquanto, só o @yurilopardo e a @lau.rocca. Falando sério: de acordo com estudo da BI Intelligence, levando em consideração o cenário norte-americano, o Snapchat é utilizado principalmente por jovens com menos de 25 anos (71%) e meninas (70%).

Perfil do usuário do Snapchat

O que as marcas estão fazendo no Snapchat?

Apesar de o Snapchat ser um aplicativo extremamente pessoal e não muito institucional, algumas marcas – como a Heineken e a Melissa – já estão utilizando a ferramenta de formas bem criativas.

Aviso: antes de sair correndo e criar um perfil para a sua empresa, é preciso considerar as características dos usuários e como o Snap funciona, através da troca de momentos íntimos. Por isso, é preciso que as marcas tenham a capacidade de adaptar as suas estratégias de comunicação para utilizar o app de forma adequada e efetiva.

Snapchat alcança a marca de 100 milhões de usuários

Quer saber como utilizar o app de forma mais aprofundada? Então confira outro post nosso, em que apresentamos ações de algumas marcas que já estão no Snapchat!  Leia aqui: O que as marcas estão fazendo no Snapchat?

Vamos ficar devendo o Snap da Big por enquanto, mas podem seguir a Lau (@lau.rocca), nossa atendimento e o Yuri (@yurilopardo), nosso social media – que está providenciando a criação de uma conta. Até lá, curta a nossa página no Facebook e acompanhe nossas atualizações.