Você já se perguntou por que o McDonald’s tailandês é tão diferente do brasileiro? Aqui, nós temos os sabores como hambúrguer de queijo cheddar, hambúrguer de filé de peixe ou o famoso Mc Quarterão.  

Já em Bangkok, no país oriental, reinam sabores mais apimentados, com porco e até sopa de macarrão e pratos feitos com arroz e frango. Mas por que essa diferença? Seria a Tailândia um país exótico e, por isso, seus lanches são também exóticos?

Na verdade, as coisas são mais simples do que isso. A gigante do mercado de fast food, McDonald’s, apenas aposta em uma estratégia de marketing glocal.

O que é estratégia glocal?

Vamos pensar: qual foi a estratégia adotada pela franquia tailandesa da empresa McDonald’s? Pode-se dizer que eles pensaram globalmente – conquistando o mercado mundial, tendo lojas em todo o planeta -, mas agiram localmente, adaptando seus produtos para o gosto do mercado local.

E da mistura entre global e local, surge o glocal.

Para os estudiosos de marketing, adotar uma estratégia glocal é a chave para ganhar o coração dos clientes de diferentes culturas e alcançar o sucesso do empreendimento. Ou seja, é necessário uma imersão na cultura local.

Por que a estratégia glocal é tão inovadora?

O que a estratégia glocal traz de novo? Bem, ela rompe com a ideia antiga que tínhamos de globalização, com empresas multinacionais tomando mercados locais e impondo seu produto sem nenhum tipo de ressalva quanto aos hábitos nativos.

Totalmente ao contrário disso. A influência da cultura no comportamento do consumidor – e no ambiente mercadológico – é o que impõe, de certa forma, o tipo de produto que a indústria vai vender.

Não, não estamos falando que McDonald’s ou Coca-Cola vão parar de vender fast food ou refrigerante. Antes, essas marcas irão repensar os tipos de lanches e bebidas que irão comercializar. Talvez um fast food de sopa ou um refrigerante de café e stevia não fizessem sucesso fora de países como Tailândia e Brasil.  

Mas o que estratégia glocal tem a ver com marketing digital?

Marketing digital nos dá a possibilidade de segmentar nossa audiência. O que isso quer dizer? Que, basicamente, nós conseguimos “decidir” se queremos atingir um público entre 30 e 40 anos, majoritariamente feminino e que se interessa por negócios e gestão de pessoas, por exemplo.

Claro, tudo isso são variáveis decididas pelo seu tipo de negócio e público-alvo. Mas, se o seu negócio tem projeção nacional – ou até mesmo internacional -, entender a cultura do local que você está inserido facilita na hora de fazer essa segmentação em marketing digital.

Afinal, não podemos esquecer do poder cultural no consumo local. Se você tem um e-commerce de cosméticos artesanais, por exemplo, talvez perceba que esses produtos bombam mais com a juventude de Porto Alegre e com as mulheres adultas de São Paulo.

As possibilidades são muitos e, como estamos falando de marketing digital, não existe fórmula secreta. Você vai ter que testar – e essa é a diversão da coisa!


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