homem sorrindo com café na mão na mesa de trabalho - mudanças no jornalismo digital

Em tempos de digital, quem trabalha com jornalismo já deve ter ouvido a frase: “o jornalismo tradicional terminou!” e a resposta para essa suposta crise de identidade estaria nas mudanças no jornalismo digital.

Mas será mesmo? Sabemos que o momento do jornalismo – e até mesmo do jornalismo digital, a então saída gloriosa – não é dos melhores. Veículos fecharam e a crise de representação está aí para todo mundo ver.

No entanto, pode-se estar próximo de uma solução: com criatividade e pautas atualizadas que conversam com o público, coletivos, revistas e sites movimentam o mercado e mostram que é possível realizar mudanças no jornalismo digital.   

Os coletivos e mídias que estão propondo uma nova leitura no jornalismo:

1 – Think Olga

Com uma pauta super atual e válida, a proposta do Think Olga é empoderar mulheres por meio da informação. A criadora, Juliana de Faria, consagrou-se como uma das vozes mais ativas do feminismo atual.

A página ainda emplacou o projeto Chega de Fiu Fiu e a #primeiroassedio, que viralizaram nas redes sociais e expuseram casos de assédio e machismo. São bons os ventos das mudanças no jornalismo digital!

2 – Calle2

No formato de uma revista digital, a Calle2 tem como objetivo construir um novo olhar sobre temas sociais e políticos que envolvem a América Latina. Desde pontos turísticos a política, a Calle2 quer contar boas histórias latino-americanas.

A voz das mulheres cresce no jornalismo digital

AzMina

Também no formato de revista online, AzMina é composta por mulheres reais, abarcando os mais diversos assuntos. O veículo traz reportagens profundas sobre temas de destaque na atualidade, dando ênfase às questões de gênero.

Nexo

Mas não são só as minas que estão fazendo mudanças no jornalismo digital. O Nexo é um jornal digital com foco em acertar pessoas que buscam explicações mais aprofundadas e interpretações equilibradas sobre os principais fatos do país.

Jornalistas Livres

Mais uma resposta à crise de representatividade causada pelos interesses presentes no jornalismo tradicional: o Jornalistas Livres propõe ser uma mídia democrática, plural e com apelo à diversidade.

Fake news: o grande desafio do jornalismo em tempos modernos

Aos Fatos

Em tempos de fake news, quem verifica os fatos é rei. E é exatamente isso que o Aos Fatos se propõe a fazer. É uma plataforma dedicada à verificação do discurso público.

Checar falas, documentos e a veracidade de peças publicitárias é uma das promessas do site e uma das mudanças no jornalismo digital mais do que bem-vindas.

Agência Pública

De cunho extremamente investigativo e com reportagens de ótima qualidade e aprofundamento, a Agência Pública vem se consolidando no mercado do jornalismo digital.

Além disso, a agência de jornalismo investigativo é a primeira sem fins lucrativos do setor no Brasil e foi fundada só por mulheres.

O jornalismo regional ganha destaque

Nonada – Jornalismo Travessia

Dando força para a cena gaúcha, o Nonada surgiu em 2010. O projeto funciona no formato de um coletivo de jornalismo cultural alternativo.

As pautas do veículo procuram dar espaço para as formas mais diversas de expressões culturais e discutir quais são os seus impactos na sociedade e na política.


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